
Enquanto por lá esteve, entre um mergulho nos braços de Morfeu, com uma musiquinha em tom baixo, viu-se há muitos anos, quando no Porto vivia, a passear-se com a Progenitora, por aquelas Stª. Catarina (com a Confiança), Passos Manuel (com o Coliseu), Stº. António (com a subida ou descida), Sampaio Bruno, a Praça dos Cavalos, a Sá da Bandeira, o Magestic, a Cunha, a pastelaria do Bolhão, a Brasileira, enfim, eram tardes de quilómetros feitos a pé, na companhia de uma mulher bela, querida e simpática.
Agora, com tantos anos vividos, cheios de alegrias e tristezas é com mágoa que A vê lúcida, mas alquebrada.
Sofre fisica e psicologicamente.
Não se sente bem em lugar algum!
Passa o dia a pedir desculpa pelas incomodidades que julga dar!
O Faz Tudo que é reconhecido, por tudo quanto Ela lhe deu ao longo dos seus já muitos dias, fica com o coração pequenino e quase se abespinha, pois não tem que desculpar seja o que for! tão só retribuir todos os esforços que noutros e nestes tempos, Ela fez por ele e restante filharada.
É esta a ordem natural das coisas!
É esta a ética imposta pela sua cabeça!



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