quinta-feira, setembro 14, 2006

O Faz Tudo despede-se da "Andorinha"




















A nossa "Andorinha" bateu asas e voou!

Cada um de nós, no seu beiral, ficou assim sem a maestrina que nos ensinou a chilrear e voar e tampouco nos deixou alguma vez desprotegidos, ao longo da sua vida!

Mas chegou finalmente a hora do reencontro com outras "Andorinhas" que entretanto já tinham voado e que com certeza aguardavam a chegada desta, com a sua alegria e beleza para a grande mesa do repasto espiritual, da calma e da eternidade!

O Faz Tudo com a convicção que um dia estará também naquela mesa bebendo um copo etéreo, despediu-se com um " até qualquer dia! a gente vê-se ..."

6 comentários:

Anónimo disse...

A tua "andorinha "partiu em paz e no fundo sabes que era esta a sua vontade. Vais sentir muito, mais do que o que estás à espera!..Mesmo tendo família nossa MÃE é MÃE e è o nosso "porto de abrigo". Não há refúgio igual.
Comigo já se passaram alguns anos mas ainda não me "curei".
Terça feira revivi,è certo,com sentimentos diferentes dos teus a sua partida,mas no fundo percebendo o que estavas a sentir. Se me permites algumas das penas da tua andorinha também fazem parte de mim...
Beijo grande

Graziela disse...

nestes momentos que são, sem dúvida, difíceis de suportar, envio-te e à restante família um abraço muito apertado.
a tua "Andorinha", será para todo o sempre a Tua Andorinha.
beijo

sòmente EU disse...

Talvez que o distanciamento das primeiras 48 horas daquele corpo frágil e gélido, outrora forte,esbelto e quente, me permita uma fugaz interferência neste espaço numa homenagem póstuma àquela Mulher amada por uns tantos quantos os que a repudiaram pela sua postura perante a vida com grande desprendimento pelas opiniões alheias e uma altivez de fazer inveja !
Não faltam na história personalidades de semelhantes carácteres que por isso sofreram de ostracismo a par dos aplausos dos seus pares !
A vida é isso mesmo. Os consensos são sempre altamente penalizadores e nunca nos levam mais além. A referida "Andorinha" era tudo menos consensual. Graças a Deus !
Fica-nos a sua memória que perdurará para lá das quezilentas questiúnculas que o tempo se encarregará de reciclar.
Como fortes eram os laços que nos uniam, conforto-me com a serenidade da sua morte e alegro-me com as palavras sapiamente proferidas pelo cónego Manuel.
Descansa em paz, Mãe !

Maria Papoila disse...

Um abraço!

Choninha disse...

Um abraço forte.

Antonio Stein disse...

A minha Solidariedade para um Inverno de uma Andorinha.

A Vida é feita de Primaveras e de Invernos.

Um Abraço
[tardio mas válido]

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