sexta-feira, março 17, 2006

o faz tudo e as quotas











Discute-se a actualidade de criar quotas para as Mulheres nas eleições para o Parlamento.

Sobre o assunto, já em tempos o Faz tudo, não se pronunciou, pois que apenas acha ridículo!

Mas pensando melhor sobre o assunto e já tendo dormido uns quantos dias e noites sobre o problema, acordou, ontem, com vontade que sufraguem a ideia de que também pelos apelidos se deveriam criar quotas.

Assim, o Faz Tudo que o tem como Sotam, deseja que no Parlamento haja uma percentagem de Sotam(s), condigna com a quantidade dos existentes no País!

Aqui está pois a proposta que deseja ver debatida até à exaustão nos meandros democráticos e paternalistas dos nossos queridos Deputados da Nação e sociedade civil.

Sotam(s) no hemiciclo já nas próximas eleições!

Fim aos monopolistas Lopes, Pereiras, Silvas...!

Boa?

5 comentários:

FM disse...

Falar de quotas para as mulheres no Parlamento ou seja lá onde for, é no mínimo insultuoso, para as próprias, claro.
Têm naturalmente de se sentarem por mérito próprio e não porque os homens lhes reservaram alguns lugares.
Por mim, já lhes tirei o chapéu há muito.

grzl disse...

"fm"disse e está tudo dito.
um bom fim de semana e um abraço
graziela

Ispérança disse...

Discordo... discordo... insultuoso é não existir quase nenhumas mulheres no parlamento e no governo. Somos governadas apenas por homens. Isso é que é vergonhoso para nós mulheres. As quotas são discutíveis, mas senão houver outra forma, que venham elas, como aconteceu noutros países. Deu resultado! Basta uns anitos e depois já ninguém nos tira do poder.

Anónimo disse...

As mulheres têm que conquistar os lugares por mérito próprio, mas para isso têm que ser muito melhores que os homens. Habitualmente os "queridos homems" dizem delas: -gajas com mau feitio para não dizer outro dito habitual menos elegante...

Isperança disse...

Para anónimo: Acha justo que para mercer um lugar de destaque uma mulher tenha de ser muito melhor que o homem? Isso não é só na política, é no mercado normal de trabalho. Eu acho incrível e tenho-o sentido na pele.
Voltando às quotas... como é que uma mulher se identifica com um "mundo" político que é só intriga, guerrilhas e golpes baixos? Como é que se aguenta com os insultos e piadinhas apenas por ser mulher... manda-os todos à fava. É isso que acontece...aquele mundinho político é masculino.
Essa do mérito é muito bonito e politicamente correcto, mas as condições não o são. Vamos esperar quantos anos para que as coisas se modifiquem? Quantas gerações de políticos machistas haverá ainda? Por tudo isto, defendo as quotas.

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