terça-feira, março 28, 2006

o faz tudo e felicidade
















Lido:
"não é o Homem que traça o seu destino... é o destino que escolhe o homem"
Suprema ironia:
"o Homem é atraído para a tragédia não por estupidez ou preguiça, mas devido à coragem e honestidade"


Felicidade, um bem inestimável!

Atingi-la plenamente é de um esforço e dedicação ao objectivo assaz difícil e tortuoso!

Por vezes o caminho é íngreme, outras tantas, por veredas estreitas e sinuosas.

No cume do pico estará ela toda ufanosa à nossa espera.

Mas enquanto a subida lenta vai progredindo, quantas vezes com escorregadelas, se regride uns quantos passos!

É preciso parar a tempos na escalada da encosta, olhar para baixo e ver como tem já um passado que, por si só, é já uma conquista, bela e inesquecível.

A plenitude da felicidade, a conquista do cume, é um objectivo, nunca um meio!

Pelo caminho ficam todos os ingredientes que, sabendo-se emulsioná-los nos irão ajudando, qual batedeira, a juntá-los e torná-los, com umas pitadas de sal a gosto, nos darão o bolo que todos merecemos e almejamos!

A Felicidade!

Não há muitas receitas para a mesma, mas como tudo na vida, o mais simples é sempre o melhor e não cai mal.

Aqui fica uma proposta de um prototípico cozinheiro:

1 - Juntar:
-compreensão
-humor
-liberdade
-confiança
-respeito
-optimismo
-uma pitada de sal

2 - Bater tudo de maneira a que nenhum dos ingredientes se distinga dos demais

3 - É só servir, sorver e viver

FELICIDADES!


4 comentários:

carmuue disse...

estou feliz por estres feliz!
À felicidade!

Duarte disse...

Afinal a receita para a felicidade é fácil.

O segredo é dosear tudo muito bem e cozinhar em lume brando, para não queimar as relações.

um abraço

duarte

FM disse...

A todos sem excepção: SEJAM FELIZES!!!

T. disse...

Ah! Fiquei a pensar naquela do Livro do Cesário Verde e deste ser um poeta de Lisboa (melhor dizendo que amou Lisboa)...
Estou a suspeitar que vai sair alguma coisa daí... Vais misturar o Cesário Verde com o Eça, estou mesmo a ver!
Já que andas nessas leituras, diz-nos de que maneira ele fez reflectir o seu amor por Lisboa na sua obra. BORA!

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